Archive for the 'Mulher Executiva' Category

As Corporações e a Maternidade

Encontrei um site muito bacana pelo StumbleUpon, cujo nome bem sugestivo é “Tales of Corporation Opression”. Lá as pessoas relatam más experiências dentro das organizações, e li um relato que me deixou bastante chocada, na verdade, indignada, e é sobre isto que vou falar hoje!

Segue abaixo, em inglês.

“I am a woman. I worked on Wall Street where the C.E.O. (a man) convened a meeting to explore “Women’s Issues on Wall Street”. Successful women from the firm were invited along to share their opinions.

One woman, “Diane”, said she thought mothers shouldn’t take maternity leave, and that women just had to work harder and longer than men to get ahead.

The C.E.O. appointed Diane as “Head of Women’s Issues”. Diane’s boss was forced out and she became co-Head of our department, meaning that I reported to her. At 35, I had been trying to get pregnant for years, and, as everyone in the group knew, was using fertility drugs. Happily, I became pregnant with triplets.

I was a very good producer for the department, but Diane was not happy about my news. She suggested, “as a friend”, that I abort one or two of my children so I could “better manage my career”.

After giving birth to three beautiful children, and taking my full maternity leave; I found a new job on Wall Street. With three babies, I did not want to fight that fight. Diane continues to move ever-higher on Wall Street.”

Ok. Polêmicas sobre a maternidade e a carreira da mulher são fatos mundiais. Para quem não se lembra, em 2007 o abominável digníssimo Ministro da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão descreveu as mulheres como “máquinas de produzir bebês” durante um discurso sobre a baixa taxa de natalidade no país: “O número de mulheres entre 15 e 50 anos é fixo. O número de máquinas de produzir bebês é fixo, então, tudo o que podemos pedir é que elas façam o melhor por cabeça”. Fico imaginando o que ele diria se não fosse ministro do bem-estar social (!!!). Bem, os japoneses estão colhendo o que plantaram, afinal, já que as mulheres sempre foram obrigadas a deixar seus empregos após darem à luz, passaram a preferir a carreira aos filhos. Simples assim. Parece-me que depois que o bicho pegou, as coisas estão mudando por lá. Que assim seja!

Ainda é pior quando a liderança feminina (em sua maior parte já com filhos mais que criados) dificulta ou mesmo ameaça este tipo de decisão, como o que aconteceu com esta mulher do relato. Vimos que ela optou por trocar de emprego a ter que conviver com aquela “luta”. Segundo pesquisa do WBI (Workplace Bullying Institute), que se dedica ao estudo do assédio moral nos Estados Unidos, quando as mulheres estão na chefia, a maioria delas (70%) inferniza mais as funcionárias. Mais detalhes desta pesquisa aqui.

Infelizmente, aqui no Brasil é muito comum as mulheres serem demitidas após voltarem da licença maternidade.  1E mais, o aumento da licença para seis meses, apesar de oferecer benefício fiscal (Empresa Cidadã), obviamente e economicamente não agradou à esmagadora maioria, e aumentou a dose de rejeição às contratações femininas: a mulher é ótima no que faz, mas homens são ótimos e não precisam se afastar. Aquela historinha pra boi dormir que conta a Great Place to Work, de que as organizações estão associando a maternidade com o desenvolvimento de competências humanas ainda não cola. Logicamente é ótimo saber que UMA ou OUTRA empresa adotam programas de apoio à maternidade, mas isto está longe de se tornar realidade no cenário.

Mesmo o Presidente da ABRH – Nacional, Ralph Arcanjo Chelotti,  diz que o fenômeno da maternidade no ambiente de trabalho ainda é complexo e preocupa tanto as empresas quanto a sociedade:

“O ambiente de trabalho, hoje cada vez mais competitivo, tem problemas para assimilar a mulher profissional que se torna mãe. Notamos que as empresas que lidam com essa questão com mais dificuldades são as pequenas e médias, justamente a grande maioria no Brasil, o que revela que o problema é, de fato, abrangente. A questão da mãe no trabalho precisa ser melhor compreendida pelas empresas e pela sociedade. Entendo que as empresas deveriam ser estimuladas a dar apoio à mãe profissional, pois isso ajudaria muitas a preservar essas profissionais. Há muitas alternativas a serem consideradas, como creches nas empresas, trabalho à distância, entre outras alternativas.”

Assumo que não tenho filhos mas é claro que pretendo formar uma família um dia, como quase todas as mulheres. E se isto assusta a mim, que estou digamos, longe de consumar o fato, imagine quantas querem fazê-lo, mas por medo da provável instabilidade em seus empregos, acabam deixando este projeto de lado! Ou alguém nunca ouviu uma colega comentar algo sobre isso?

Outro dia recebi um e-mail: “Desabafo de uma mulher moderna”. É o que nós pensamos em muitos momentos com certeza. Mas são escolhas: podemos desistir de nossas carreiras para vivermos como “Amélias” (argh!) ou podemos usar a cabeça e tentar manter nossa sobrevivência na selva empresa.

Parece-me que uma boa notícia, ou no mínimo uma idéia para as gestoras, executivas e afins é o cada vez mais aceito “trabalho em casa”, ou “home office”. Nós, mulheres modernas, cada vez mais conectadas e viciadas pela web, podemos colaborar em casa sim! Por que não? Licença maternidade não precisa ser exclusivamente para ficar em casa cuidando do bebê, afinal, quem hoje em dia não acessa e-mail´s diariamente? Tem um bocado de recém-mamães acessando orkut e msn por aí que eu sei. Seis meses sem precisar ir ao local de trabalho para poder amamentar o filho corretamente é uma coisa, seis meses sem notícias sobre o que está acontecendo por lá é outra, inconcebível em minha humilde opinião! Não caberia a nós, prestativamente nos “dispormos” para qualquer eventual necessidade da empresa? Transcender o limite do espaço físico, este é o futuro (ou o presente???). Mas isto é assunto para outro post…

Bem, é o que eu faria, e você?

Um abraço!

😉

Como anda a saúde da Mulher Executiva?

“Uma pesquisa realizada em 2008 pelo Ibope Inteligência revela que as mulheres executivas estão mais satisfeitas com o trabalho e acreditam que ele está relacionado com seu desenvolvimento intelectual. Porém, acumulando funções de mães e executivas, como anda a saúde dessas mulheres que lutam por igualdades salariais e dedicam grande parte do tempo ao trabalho?

Segundo o médico Eduardo Duarte, responsável pelos check-ups do Centro de Medicina Nuclear da Guanabara (CMNG) , ao contrário dos homens, as mulheres conseguem um tempo “extra” para realizar mais exames preventivos. Porém, após receberem os diagnósticos e orientações que visam a qualidade de vida, algumas não mudam sua rotina, causando grandes danos à saúde.

718085_heartComo os cargos de chefia exigem maior participação da profissional e resultam em alta carga de estresse, crescem as chances das mulheres desenvolverem doenças gastrointestinais e cardiológicas “Lamentavelmente temos constatado um aumento no índice de mulheres fumantes, com excesso de peso, gorduras no sangue, e alto níveis de estresse, que traz consigo outra séries de manifestações que vão desde uma queda de cabelo a uma úlcera duodenal”, afirma Duarte.

O crescimento profissional e a ocupação de novos cargos, antes delegados aos homens, têm levado a mulher a imitar posturas masculinas que trouxe péssimos resultados aos mesmos nas últimas décadas. As desculpas são parecidas, como a falta de tempo e a quantidade de tarefas a serem cumpridas, para não cuidar do maior patrimônio que o ser humano possui: a saúde.

Ainda segundo o médico, as patologias relacionadas ao estresse causadas pela carga e responsabilidade aumentada no trabalho é cada vez maior. Dos 2.260 executivos que passaram por check-up no CMNG em 2008, 70% deles estavam estressados. Desse universo de 1.582 trabalhadores, 57% eram homens e 43% mulheres. Já o percentual de peso elevado entre os dois sexos chegou a 72%. “Há duas ou três décadas a presença de pacientes do sexo feminino era ínfima nos leitos de uma unidade coronária e motivo de atenção de todos os estudantes de medicina”, completa Duarte.

Pesquisa – Realizada pelo Ibope Inteligência, em parceria com o grupo Abril, intitulada Movimentos Femininos, a pesquisa revela que as mulheres pertencentes à classe AA são as mais satisfeitas e focadas no trabalho. De acordo com o estudo, para as trabalhadoras da classe C, trabalho é algo que ajuda na renda familiar, já as mulheres da classe AB entendem que o trabalho abrange o desenvolvimento pessoal e, por fim, o público feminino de classe AA acredita que o trabalho está relacionado com desenvolvimento intelectual e pessoal, realização e destaque como profissional. Isso está no fato de que, especialmente para as mulheres das classes AB e C, o trabalho não lhes proporciona independência financeira, visto que, neste sentido, somente 12% das mulheres da classe C se consideram independentes e 21% das mulheres AB. Já na classe AA, este percentual é de 84%.”


Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Qualidade_de_Vida/Pesquisa/5883/como-anda-a-saude-da-mulher-executiva.html

7 dicas para impulsionar a carreira de uma mulher

“Hoje em dia, o marketing pessoal tornou-se uma ferramenta estratégica essencial no processo de se conduzir com sucesso uma marca pessoal. O desenvolvimento de um marketing pessoal é imprescindível para impulsionar a carreira tanto de homens quanto de mulheres, porém existem algumas particularidades que devem ser destacadas para os homens ou para as mulheres. Apresento aqui sete dicas que irão ajudar nós mulheres  a impulsionar nossas carreiras.

  1. Desenvolva um plano estratégico de carreira. Este será a base de seu sucesso e o planejamento de sua carreira deve estar contido nele. Não se esqueça de colocar suas táticas, suas idéias para alcançar o sucesso profissional. Converse com pessoas experientes, estude o mercado, leia sobre histórias de pessoas bem sucedidas em sua área de atuação.
  2. Especialize-se. Encontre um “foco” de mercado promissor, ou seja, uma área específica dentro de sua profissão  e torne-se realmente competente nesta especialização. A partir disso, comece a construir o seu  lugar no mercado. Busque o diferencial. Busque se tornar uma referência naquilo que faz e ganhar espaço na concorrência.
  3. Você é o produto que vende, então entenda que o fundamental é que o produto esteja de acordo com a embalagem que está vendendo. Assim, é  importante se vestir de acordo com o cargo e tipos de clientes que irá atender.  A primeira impressão é a que fica sim, e qualquer deslize pode ser fatal. Com seu vestuário você reforça a mensagem que pretende passar ao seu público alvo e, por isso,  procure levar em conta seu tipo de público.
  4. Reconheça suas qualidades pessoais e aprenda a utilizá-las a seu favor. Todos nós temos pontos fortes a serem explorados e isso além de causar boa impressão, é uma forma de impressionar profissionalmente. Aprenda a  reforçá-las e  utiliza-las na conquista de seus clientes.
  5. Network. Um dos passos mais importantes na vida profissional de qualquer pessoa é a construção de uma “rede de relacionamentos” . Esta ação de marketing pessoal pode ajudar a impulsionar a carreira. Para isso, cultive bons contatos profissionais, crie uma agenda profissional além de sua agenda particular, inclua todas as pessoas que poderão de alguma forma, no presente ou no futuro, vir a ajudá-la profissionalmente. Em encontros, troque cartão de visita com estas pessoas  como um meio de contato com estas pessoas. Mas lembre-se: Uma boa rede deve ser sempre pautada nos atos de valorizar e respeitar as pessoas, no desejo sincero de ajudar.
  6. Invista na sua comunicação interpessoal. Se expresse de maneira clara, simpática e persuasiva, pois isso torna-se essencial no contato com clientes, e no relacionamento profissional. Procure por cursos, livros ou pessoas experientes que possam te ajudar a desenvolver sua capacidade de comunicação.  Em geral, as mulheres têm maior potencial de comunicação que os homens, pela sua capacidade intuitiva mais acentuada. Portanto, tire proveito destas habilidades femininas em sua promoção pessoal.
  7. Seja sempre entusiasmada com o que faz. O entusiasmo contagia as pessoas, nos faz parecer competentes, bem dispostos  e causa uma  ótima impressão profissional.  É uma qualidade essencial para todo bom profissional.

Homens e mulheres  precisam se promover profissionalmente, mas as mulheres podem tirar proveito de algumas peculiaridades das características femininas para impulsionar suas carreiras. Pensem nessas dicas e botem pra fazer!”


Por Mariana Rodrigues

Fonte: http://sucessonews.com.br/7-dicas-para-impulsionar-a-carreira-de-uma-mulher/


… ok, não vamos comentar sobre os salários…

Mantenha a TPM sob controle e viva melhor

“Ansiedade, irritabilidade, agressividade: estas são apenas algumas das características de uma mulher em plena crise de TPM (tensão pré-menstrual). Diferente do que muita gente pensa, a TPM não é uma “frescura” do sexo feminino. Pelo contrário: ela pode ser considerada, segundo o médico especialista em Ginecologia e Obstetrícia Eliezer Berenstein, uma doença – mais especificamente, uma síndrome. “Ela se encaixa nos catálogos internacionais de doença, mas tem características de síndrome, porque apresenta sintomas: cerca de 150”, explica.

Durante esse período, o convívio se torna mais complicado e, de certa forma, delicado. Os hormônios da mulher ficam à flor da pele e um surto de histeria ou de lágrimas pode acontecer a qualquer momento. “A mulher fica muito mais sensível do que o normal e a sua reação depende do tipo de TPM que tem”, complementa Berenstein.

OS TIPOS DE TPM

Existem diferentes tipos e sintomas de TPM. Cada mulher que tem a síndrome se enquadra em um ou mais deles:

Tipo A: Predominam sintomas de ansiedade, irritabilidade, agressividade, tensão nervosa, hostilidade;

Tipo D: Predominam sintomas de depressão, desânimo, desinteresse, perda de produtividade, esquecimento, choro imotivado, insônia, perda de interesse pelas atividades, desorientação, pensamento suicida;

Tipo C: Predominam sintomas de compulsão por doces, aumento do apetite, dores de cabeça, palpitação, cansaço, tonturas;

Tipo H: Predominam sintomas de retenção de líquido, aumento de peso,
inchaço das mamas, mãos, pés, e abdome.

Independente do tipo, o fato é que a TPM interfere no dia-a-dia da mulher e de quem mais estiver à sua volta – e isso chega ao ambiente de trabalho. Muitas perdem a determinação pelas atividades, não conseguem cumprir os prazos e chegam a ter problemas de absenteísmo e presenteísmo. Outras acabam se irritando com mais facilidade, têm crises nervosas, ficam mais ativas e pressionam mais os subordinados.

ELA PASSOU POR ISSO

Flávia Cavallari é publicitária e sabe bem o que é sofrer de TPM. Ainda muito nova, entrando na adolescência, foi percebendo que estava ficando mais agressiva e mais irritada em determinadas épocas, mas achou que era um sintoma normal da adolescência. Com o tempo, essas atitudes foram se intensificando. “Tinha explosões no trabalho, brigava muito com o namorado, tinha muita vontade de comer chocolate”, conta.

Ela explica que nunca aconteceu algo muito sério, mas que era comum chamar a atenção dos subordinados com mais facilidade, o que não faria se estivesse em seu estado “normal”. “Qualquer besteira que alguém fizesse, qualquer erro que era cometido, eu estourava e depois ia ver o que aconteceu. Primeiro reclamava, ficava nervosa e só depois considerava os acontecimentos. O que não acontecia durante uma semana normal, sem TPM”, afirma a publicitária. “Na TPM não tinha conversa, explodia.”

Como sempre fez acompanhamento médico, foi numa dessas consultas com Berenstein que Flávia encontrou a solução para os seus problemas. Começou tomando um antidepressivo, que já ajudou nos sintomas da TPM, mas foi com o Mirena, método endoceptivo, que conseguiu retardar os efeitos da síndrome. “Ele coloca um pouco mais de hormônio no organismo”, explica. “Hoje, tenho ainda um pouco de compulsão por comida, principalmente doce, e fico mais sensível, mais chorosa. Mas a agressividade foi embora, porque antes eu tinha vontade de esganar”, afirma Flávia, que diz ter melhorado 100% depois do tratamento.

TRATANDO TPM NAS EMPRESAS

O médico explica que a TPM é uma espécie de “doença coletiva” e pode ser tratada também coletivamente. Como mulheres que convivem no mesmo ambiente durante muito tempo têm a natural tendência de menstruar no mesmo período, a TPM de uma pode influenciar na outra. Imagine, então, uma sala de escritório cheia de mulheres na TPM…

“De certa forma, uma acaba contaminando a outra. Pode acontecer de, em determinada época, estarem todas as mulheres de uma equipe na TPM”, diz o médico.

E não são só as mulheres e os colegas de trabalho que sofrem com esse problema. As empresas são igualmente prejudicadas – algumas até buscam tratamento para as funcionárias. “Nós medimos a TPM nas empresas comparando o índice de absenteísmo feminino e o masculino, e o que percebemos é que o feminino é sempre maior que o masculino. Não por coincidência, essas mulheres faltam, justamente, no período pré-menstrual”, explica Berenstein, que oferece esse tipo de programa de tratamento para empresas.

O médico alerta aquelas que se automedicam ou usam o mesmo método de uma amiga ou conhecida: isso pode trazer problemas ainda mais sérios “O tratamento vai depender muito do tipo de TPM, por isso é preciso fazer todo um trabalho diagnóstico antes de começar qualquer medicação”, aconselha. Ele explica que, em muitos casos, uma boa dieta faz a diferença “A dieta é um fator muito importante, porque a TPM faz muitas mulheres reterem líquido, e o que elas comem faz uma grande diferença”, garante.

DICAS PARA TODOS OS TIPOS DE TPM

Se você também é uma das milhares de mulheres que sofrem de TPM, fique de olho nas dicas preparadas pela chef de cozinha Rita Lobo.

Para fazer sempre

Beba bastante água: A água é fundamental para o funcionamento geral do organismo, pois ajuda a prevenir a retenção de líquidos, facilita a eliminação de toxinas e diminui a fadiga. Deixe uma garrafa de água na mesa do escritório, no carro, na bolsa…

Coma frutas: No mínimo três porções ao dia, todos os dias. Pode ser na sobremesa ou nos lanches entre as refeições.

Coma vegetais: No almoço e no jantar, coma vegetais crus e cozidos. Invista nos carboidratos complexos, prefira os cereais integrais. Maneire nas gorduras animais e aposte nas gorduras boas (nozes, peixes, abacate, canola).

Até chocolate: Biscoitos integrais, nozes, barras de cereais e até um pouquinho de chocolate amargo de vez em quando. O ideal é comer a cada três horas e os doces, só como sobremesa.

Aveia: Inclua na sua dieta mais aveia, linhaça e iogurte.

O que não pode faltar

Carboidratos complexos
O carboidrato complexo é o principal combustível do organismo. É ele que dá bom humor, saciedade, queima gordura e diminui a vontade de comer doces.
Principal fonte: alimentos fontes de amido, como arroz, batata, mandioca, mandioquinha, aveia, cereais matinais, pães, milho e macarrão. Também valem derivados (farinhas), farofa, barra de cereais, biscoitos integrais, trigo sarraceno.
Não vale: açúcar, doces, geléia, mel e frutas.
Quanto consumir: em todas as refeições. Considere aproximadamente quatro colheres (sopa) para almoço e jantar e 1-2 fatias de pão integral para o café da manhã. Pelo menos uma vez ao dia, coma algum dos cereais na forma integral (pão integral, arroz integral ou macarrão integral).
Dica esperta: Se você costuma ganhar aqueles dois quilinhos no final de semana ou tem muita vontade de doce no fim do dia, está faltando carboidrato.

Ômega 3
Tipo de gordura presente nos peixes de água fria. É responsável por melhorar a pele e reduzir as espinhas. Protege contra inflamações, cólicas, inchaço e alterações de humor.
Principal fonte: atum, salmão, sardinha, arenque, semente de linhaça. Também valem atum e sardinha em lata, óleo de canola.
Não vale: comer o peixe frito, frutos do mar.
Quanto consumir: peixes, no mínimo duas vezes semana. Diariamente, o óleo de canola para cozinhar, a linhaça (jogue no iogurte, na sopa, na salada…)
Dica esperta: Para quem não suporta peixes, é possível encontrar o óleo em cápsulas, com a indicação de um profissional.

Cálcio
Mineral que relaxa a musculatura e ajuda a evitar cólicas e insônia. Também fortalece os ossos e minimiza a retenção de líquido. O leite contém triptofano, aminoácido precursor da serotonina, que dá a sensação de bem-estar.
Principal fonte: leite e iogurte.
Não vale: leite de soja.
Quanto consumir: No mínimo, duas vezes por dia.
Dica esperta: Como esse mineral é melhor absorvido à noite, tome um leitinho antes de deitar. Se tiver muitos gases com o leite, prefira os iogurtes, a coalhada e o leite com baixo teor de lactose.

Magnésio
Mineral que atua em conjunto com o cálcio, ajudando a relaxar a musculatura e a diminuir o inchaço e a vontade de comer doce.
Principal fonte: figo, aveia, beterraba, acelga, quiabo, alcachofra, abacate, banana, nozes e castanhas. Também valem: tofu, germem de trigo, caju, feijões, cereais integrais, chocolate amargo.
Não vale: Se entupir de chocolate!
Quanto consumir: Duas vezes por dia, no mínimo. Procure variar as frutas e os vegetais. Consumindo cereais integrais, dá para atingir facilmente a quantidade de magnésio.
Dica esperta: Grandes vontades de chocolate podem ser deficiência de magnésio!

Nozes e castanhas
Possuem gorduras poliinsaturadas, que ajudam a combater o inchaço e a inflamação. Melhoram a pele e contêm antioxidantes.
Principal fonte: castanha-do-pará, castanha-de-caju, nozes, amêndoas, macadâmia, avelã, pistache.
Não vale: amendoim.
Quanto consumir: Cerca de cinco unidades in natura ou misturadas com frutas secas, no iogurte, na salada, no arroz…
Dica esperta: Guarde na geladeira. Não consuma se estiverem rançosas.

Vitaminas do complexo B
Vitaminas essenciais para várias reações do organismo. Elas evitam a fadiga, a vontade de doces e as dores de cabeça. São mais utilizadas em processos de estresse e para quem usa anticoncepcionais.
Principal fonte: cereais integrais e vegetais verde-escuros. Algas também são ricas nessas vitaminas.
Não vale: Vegetais muito cozidos, pois as vitaminas do complexo B são hidrossolúveis e se perdem na água do cozimento.
Quanto consumir: Duas vezes por dia.
Dica esperta: Consuma os vegetais crus ou cozinhe no vapor.

Fibras
Ajudam o intestino a funcionar bem, mantêm a imunidade, eliminam toxinas e diminuem o risco de câncer. Alimentam a flora intestinal boa.
Principal fonte: frutas, verduras, legumes. Também valem os cereais integrais, algas e leguminosas (feijões, grão-de-bico, soja, ervilha, lentilha, vagem).
Não vale: suplemento de fibras, barrinha de fibras.
Quanto consumir: Todas as refeições. No mínimo uma porção de salada e de vegetais cozidos no almoço e no jantar. Pelo menos três frutas ao dia e cereais integrais.
Dica esperta: A fibra do alimento é melhor do que a fibra isolada. Portanto, fique longe dos suplementos de fibras.

O que fazer de 10 a 15 dias antes da menstruação

  • Diminua gorduras animais, frituras, álcool, sal, açúcar e doces e bebidas com cafeína (café, chá preto e mate, refrigerantes à base de cola, guaraná).
  • Aumente ainda mais a quantidade de água. Tente ingerir pelo menos três ou quatro copos a mais do que aqueles que costuma beber.
  • Aumente o consumo de laticínios (coalhada, iogurte, queijos, leite) para reduzir a cólica e o mau humor.”
  • Fonte: http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=10001

    Pesquisa mostra que salários de homens e mulheres só serão equiparados em 87 anos no Brasil

    “Ainda vai demorar para o Brasil igualar os salários de homens e mulheres, como mostra o estudo Retrato das desigualdades de gênero e raça, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo a pesquisa, se as políticas de igualdade de gênero não forem aceleradas, serão necessários 87 anos para igualar os salários.

    Na visão do presidente do Ipea, Marcio Pochmann, as desigualdades de gênero estão diminuindo no país, mas ainda são “acentuadas”. Segundo ele, a diferença entre homens e mulheres no mercado de trabalho é conseqüência dos modelos agrícola e pecuário que o país viveu no passado. “Para acabar com a desigualdade, é preciso que as políticas afirmativas sejam de Estado, portanto, contínuas, e não apenas de governos”, alerta Pochmann.

    O estudo analisou 11 blocos temáticos sociais para traçar um perfil das desigualdades de raça e gênero no país. Entre os aspectos analisados estão mercado de trabalho, população, saúde, habitação e Previdência Social.”

    (Revista Melhor – Gestão de Pessoas Online)

    Melhor nem comentar e nem me estressar… Essa eu deixo pra minha futura filha seguir o exemplo da mamãe, protestar e quem sabe resolver…. Hunf!

    😦


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