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Falar sem medo e culpa

Olá amigos! Segue um ótimo texto sobre comunicação no ambiente de trabalho retirado da Revista Melhor Gestão de Pessoas.

Um abraço e um maravilhoso 2011 a todos, com muito amor e sucesso!!!

🙂

Falar sem medo e culpa
Conheça os sete pecados capitais de comunicação no ambiente de trabalho
Reinaldo Passadori

As empresas atualmente têm muitos desafios, ainda mais em um momento de mudanças de cenários tão significativos e vertiginosos. Um desses desafios é ter seus colaboradores devidamente preparados e capacitados em uma das principais competências do profissional moderno – a comunicação, notadamente a comunicação verbal.

O papel do colaborador é justamente participar do “time” e se relacionar com os outros na empresa. E ele precisa saber como, afinal, manter uma relação de convivência diária com seus colegas de trabalho, já que um bom relacionamento interno é um fator estratégico para seu sucesso profissional e para o sucesso da empresa.

Conhecer a si mesmo é a primeira etapa de uma vida equilibrada, e por consequência, de uma comunicação eficiente. É preciso fazer uma reflexão profunda de como é a nossa interação com o mundo e conosco: a forma de interpretar fatos, de compreender o próximo, de adquirir o conhecimento, de tratar as pessoas.

Pensando no processo de comunicação, quando falamos, achamos que o outro está recebendo a nossa mensagem sem interpretação pessoal; entretanto, esquecemos que o nosso interlocutor adiciona significados. Ele reelabora o que apresentamos, baseado nas suas experiências e referências. Além das palavras, usamos a linguagem não verbal, gestos e expressões para transmitir sentimentos, ideias, intuições, valores e crenças pessoais. Nossa comunicação verbal e não verbal é a representação do nosso mundo interior interagindo com o exterior, que se confronta com a representação do mundo do nosso interlocutor.

No contexto de uma empresa, cada pessoa precisa avaliar seu relacionamento com os funcionários de diferentes setores da companhia: saber lidar com a gerência, a diretoria e os mais diversos departamentos, muitas vezes envolvendo fornecedores e parceiros. Ser um profissional proativo, comunicativo e perspicaz vai ajudar a evitar os sete pecados capitais ao se comunicar no trabalho. Eles foram inspirados nos sete pecados capitais e nas suas respectivas contrapartidas, as sete virtudes sagradas. Classificados por São Tomás de Aquino (1225-1274), os mais conhecidos são: gula, luxúria, avareza, ira, inveja, soberba, vaidade, preguiça, mentira, arrogância, calúnia, adultério, roubo, orgulho, ódio.

E se durante a Idade Média o indivíduo era condenado ao cometer uma falha, hoje em dia o ser humano é visto como multidimensional e em constante evolução. Todos cometemos erros, porém, o que não devemos é permanecer neles. Na vida moderna, parte do avanço conquistado vem do aprendizado proporcionado pelas vivências e treinamentos corporativos. Durante a carreira profissional, e no decorrer da vida, é essencial observar quais pecados de comunicação são cometidos e o que fazer para evitá-los:

Apatia
Ela reflete o desconhecimento das características do público-alvo. De nada adianta ter o domínio da forma e do conteúdo se a fala é sem “alma”, sem sensibilidade e sem conexão com a audiência. O contrário da apatia é a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o seu nível sociocultural, temperamento e momento psicológico. Ser empático é ser generoso com o outro, ao contrário da avareza, o querer tudo para si. Com a voz serena, mas firme, podem-se articular palavras com calma, confiança, polidez e respeitabilidade, tornando a comunicação atraente.

Insegurança
A falta de informação, de conhecimento sobre uma situação ou um tema, pouco ou nenhum conteúdo evidenciam a ausência de assertividade. Pessoas inseguras geralmente se comportam de maneira agressiva, para causar medo e intimidação. Expressam autoridade com rispidez. Essa imposição encobre o receio das suas próprias fragilidades. Ser assertivo é ter autoconhecimento. Quem se conhece verdadeiramente pode se observar “de fora”. Possui uma consciência de si tão sensível que pode observar a própria atuação durante as relações interpessoais. Detém o controle de seus atos, seus gestos e suas palavras. A comunicação interpessoal é o reflexo da comunicação intrapessoal. Ao dominar as ações e o discurso, cultiva-se o equilíbrio interior, e certamente os reflexos na comunicação interpessoal serão positivos. Uma pessoa assertiva quer defender seus direitos e ideias e, ao mesmo tempo, procura aceitar os dos demais. Ela é firme, confiante, respeitosa, é, afinal, controlada. Quem mantém um comportamento assertivo é alguém emocionalmente inteligente e maduro e com certeza tem um destino destacado no futuro: o sucesso.

Impaciência
Um dos grandes obstáculos ao aprendizado e à boa convivência. Pouca clareza e nenhuma empatia tornam a comunicação quase uma obrigação em vez de ser uma ação prazerosa e envolvente. Quando se é impaciente, sobra pouco ou quase nada a ensinar e não há espaço para a observação e o intercâmbio de informações. Uma postura sábia requer dar o tempo de maturação necessário aos acontecimentos e também tomar decisões firmes de forma serena, sem atropelos. No contexto corporativo, os profissionais – que são, sobretudo, seres humanos, com todas as suas imperfeições e singularidades intrínsecas – se inserem em uma dinâmica empresarial e têm de lidar com conflitos provocados pelo atrito de suas diferenças. Ninguém é melhor do que ninguém a priori: só é possível avaliar uma proposta ou uma opinião como “a melhor”, ou mais adequada, com base no diálogo e na consideração e respeito pelos outros.

Incoerência
Discrepância, falta de lógica, inconsequência. É a diferença entre falar, defender uma ideia, valores ou posição e não seguir os discursos e as ideias apregoados. Durante uma exposição, não encadear os assuntos dando uma sequência pertinente e complementar, defendendo um ponto de vista para em outro momento contradizê-lo. Esse comportamento desperta desconfiança e descrédito, pois as pessoas acreditam que a qualquer momento o incoerente poderá mudar de lado, sem se importar com os desdobramentos das
suas atitudes.

Prolixidade
Ser excessivamente longo, cansativo e entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação. Geralmente, o prolixo não reconhece que sua expressão é confusa, cheia de palavras repetidas ou sem um significado importante e que os ouvintes não prestam a atenção justamente pela falta de objetividade. Assim como uma orquestra, uma apresentação ou reunião necessita de um maestro, um profissional que lidere o grupo, alinhe e sintonize os interesses em questão, afine os instrumentos, balize o timing da equipe, amenize ou elimine os ruídos e dissonâncias desnecessárias, potencialize o som dos solistas mais talentosos e interessantes, enfim, dê o ritmo e o tom do que está na “partitura musical”.

Ignorância
Falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado tema, ou mesmo acreditar em algo falso, não tendo discernimento. Saber que existe mais conhecimento e profundidade num assunto, porém, não buscar isso. Fazer pouco caso da importância do saber, e agir como se não precisasse do outro. Quando se trata de um líder, os conflitos e as diferenças motivados pela desinformação e ignorância precisam ser encarados e resolvidos, afinal, não se pode simplesmente ignorá-los. Saber lidar com os conflitos e administrar as diferenças, usando uma comunicação equilibrada, pode enriquecer a pluralidade da empresa, ampliando seus horizontes e a sua visão de mundo.

Arrogância
Caracteriza a falta de humildade. Alguém que não deseja ouvir os outros, aprender algo que não saiba ou estar no mesmo nível do seu próximo. A soberba, a altivez, o orgulho exagerado, a vaidade em excesso em relação ao que sabe ou ao sucesso que desfruta completam esse pecado. Segundo o cristianismo, um dos sete pecados capitais é a soberba, que por sua vez inclui a vaidade e a arrogância. Mas ser arrogante pode também significar coragem, o assumir o seu ponto de vista, a personalidade ou a identidade. Contraposta, a humildade é uma das qualidades mais difíceis de exercer. Porém, humilde não significa ser fraco perante a posição que se ocupa. Pode-se nascer com tendências à virtude da humildade, como também trabalhar para adquirir esse comportamento. É saber ouvir, ser firme sem passar por cima do outro, é ser reverente e ter o conhecimento exato do que não se é. É viver sem ilusões. Alegria e paz são os frutos colhidos.

Reinaldo Passadori é presidente e fundador do Instituto Passadori e autor do livro Comunicação essencial – Estratégias eficazes para encantar seus ouvintes, da Editora Gente

Fonte: http://revistamelhor.uol.com.br/textos.asp?codigo=12627

A Hora da Verdade – Por Sérgio Compagnoli

“Está chegando o momento. Dentro de pouco tempo você será um recém formado. Congratulações!

Espero que tenha curtido bastante a colação e o baile de formatura, se comprou um anel, use-o com orgulho; porque, de agora em diante, começarão os seus problemas.

Esteja trabalhando ou não, você irá defrontar-se com a verdade; ou seja, como exercer na plenitude tudo aquilo que aprendeu na Universidade.

Antecipo: não vai. E se isso for demasiado importante para você, prepare-se para sofrer muito.

Você será apresentado à máxima “na teoria a prática é outra”. Muito do que você aprendeu, na verdade não aprendeu, foi informado e adquiriu, na melhor das hipóteses, uma boa visão sobre o assunto, mas introdutória.

O jogo mesmo vai começar agora.

Não se assuste nem perca o ânimo, tem sido assim há muito tempo.

O erro fundamental não é seu, é do processo de formação de pessoas que adotamos no país.

Muitos já vivenciaram isso antes de você e, de uma forma ou de outra, superaram o trauma.

Você também irá superar.

Há uma receita infalível para minimizar as coisas e compreender a realidade do mundo do trabalho: humildade e bons ouvidos.

Ser humilde, para aprender; e ouvir, para saber como as pessoas trabalham há muito tempo.

Isso o tornará bem aceito; as pessoas valorizam a humildade e apreciam ser ouvidas.

Não hesite em perguntar muito, mesmo que você saiba, ou pense que saiba.

Você vai descobrir muita coisa e aprender outras tantas.

Seja criterioso em suas avaliações e escolha um mentor.

Discuta com ele suas angustias e visões profissionais e, principalmente, leve a sério suas indicações e recomendações.

Isso vai amadurecê-lo e ajudará muito a formá-lo como bom profissional.

Atente apenas para ter como tutor alguém de bom caráter e que seja reconhecido como profissional sério e competente.

Empresas bem estruturadas costumam fazer isso; elas mantém estruturas focadas no desenvolvimento de jovens profissionais e, o que é melhor, crêem nisso.

De toda forma, prepare-se para ter que fazer por si mesmo.

Essas dicas práticas que estou apresentando poderiam ser denominadas de gestão de carreira.

Ou a empresa faz isso ou você assume o controle do processo.

Outro ponto importante é:

Estude sempre e muito e, fundamentalmente, sobre tudo, principalmente temas distintos dos da sua área de atuação na empresa. Com isso você ampliará sua empregabilidade e estará se candidatando naturalmente a promoções horizontais e a “job rotations”.

Sucesso profissional é algo que depende de muita dedicação e constante aperfeiçoamento.

Não confunda dedicação com trabalhar 14 horas por dia.

Isso o afastará do sentido da vida e não tardará a trazer-lhe conseqüências pessoais nefastas. Manter a mente arejada e sadia é fundamental. Leia muito: poesia, romance, ficção e livros profissionais também.

Ouça música: varie os gêneros, experimente alguns que você nunca se apercebeu.

Vá ao cinema e ao teatro. Visite museus. Mas principalmente, ame muito. O trabalho é meio subsidiário disso tudo, jamais o contrário.

Eu só quis oferecer um alerta para que você não chegue na empresa imaginando que ninguém sabe nada e que só você ‘manja’ de tudo.

Você sabe algumas coisas, com as quais deve contribuir, mas o fato é que tem muito a aprender e a Universidade não ensinou.

Principalmente, a Universidade não ensina a viver. Viver é um exercício diário de sentir e perceber o mundo a partir e com os seus semelhantes. Se você entender isso, terá dado o primeiro passo para uma carreira brilhante.”

(Sérgio Compagnoli – Consultor de Gestão. Pós graduado em Especializado em Administração de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas-SP. 25 anos de experiência em Recursos Humanos e Gestão de Sistemas da Qualidade. Especializado em Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas e Implementação de Sistemas da Qualidade – ISO 9000.)

 

Boa semana a todos!!

🙂

Como vai a sua Qualidade de Vida?

1097321_happinessBoa tarde pessoal!

Hoje eu estou muito feliz pois reencontrei um professor – eu diria mais amigo que professor – da pós. E fiquei ainda mais feliz porque ele se lembrou de mim! Rsrs! 🙂

Seu nome é René Milazzo, e suas aulas eram sobre Qualidade de Vida. Gente, eu nunca consegui faltar em suas aulas, simplesmente porque ele fazia com que saíssemos da sala de aula nos sentindo pessoas melhores e mais especiais. Sem demagogia, esta é uma pessoa que eu admiro.

René, este post vai pra você! Espero que eu tenha feito a lição de casa que você me passou!


Conceitos sobre Qualidade de Vida

“O tema “Qualidade de Vida (QV)” vem sendo amplamente debatido nas sociedades contemporâneas, permeando todas as áreas do conhecimento e tratado sob os mais diferentes olhares. É certo que abrange múltiplos significados e reflete o saber, as experiências, os valores individuais e coletivos, sendo, portanto, um conceito social e cultural.

Originalmente, o termo “qualidade de vida” foi utilizado com o objetivo de criticar as políticas que estimulavam o crescimento econômico desordenado, causando prejuízos ao meio ambiente e piorando as condições de vida. A boa vida era tida como sinônimo de crescimento econômico e a QV estava diretamente relacionada à aquisição de bens materiais. Aos olhos dos críticos, tratava-se de uma concepção pobre, que desconsiderava a vida humana, distanciando-se do conceito de vida com qualidade como um direito de todos.

Após a Segunda Guerra Mundial, devido à influência da ideologia do utilitarismo e do bem-estar social, as políticas sociais passaram a ser formuladas em termos de “felicidade”, “bem-estar” e “qualidade de vida”. Nesse mesmo período, a Organização Mundial da Saúde (OMS) redefine saúde, incorporando a noção de bem-estar físico, emocional e social e inicia discussões sobre a possibilidade de mensurar o bem-estar.

Em 1960, o presidente Eisenhower inclui Qualidade de Vida como objetivo importante no relatório da Comissão das Metas Nacionais, relacionando-o à educação, ao crescimento individual e econômico, à preocupação com a saúde e ao bem-estar econômico (welfare) dos americanos.

Surgem, então, nos Estados Unidos, movimentos sociais e iniciativas políticas com objetivo de melhorar a vida dos cidadãos, dando início às pesquisas sobre qualidade de vida com a finalidade única de coletar dados para formulação de políticas sociais efetivas.

O conceito foi se ampliando e os seus indicadores também se ampliaram. Aliados às condições de saúde, educação, moradia, transporte, lazer, trabalho incluíram-se também mortalidade infantil, esperança de vida, nível de escolaridade, saneamento básico, níveis de poluição, dentre outros.  Esses indicadores foram considerados indicadores objetivos de qualidade de vida.

A evolução do conceito mostrou que esses parâmetros não eram suficientes para medir a qualidade de vida dos indivíduos. Seria necessário avaliar o quanto cada pessoa estava satisfeita ou insatisfeita com a qualidade de sua vida – o que se chamou de qualidade de vida subjetiva, ou seja, só o dono da vida pode fazer um julgamento sobre ela.

Dessa forma o termo QV começa a ser utilizado dentro do campo das pesquisas sociais como um termo amplo relacionado às diversas áreas do conhecimento, como Psicologia, Antropologia, Política, Sociologia, Economia e Medicina.

[…]

Todavia, a utilização cada vez mais freqüente do termo veio acompanhada de um dos maiores desafios – a definição de QV.

No intuito de organizar as várias definições de QV, Farquhar propõe uma taxonomia, que busca identificar os elementos comuns a cada uma delas e os fatores que as influenciam.

Abrams, por exemplo, definiu QV, em termos globais, como sendo “o grau de satisfação ou insatisfação sentido pelas pessoas nos vários aspectos de suas vidas”.

Para Dalkey e Rourke, QV pode ser definida como “a sensação de bem-estar, sua satisfação ou insatisfação com a vida, ou sua felicidade ou infelicidade”.

Outros autores, no entanto, entendem que a felicidade e a satisfação são conceitualmente diferentes, sendo que “a satisfação implica num julgamento ou experiência cognitiva, ao passo que a felicidade sugere uma experiência do sentimento ou afeto”.

Na ausência de um conceito universalmente aceito, alguns pesquisadores argumentam que a maioria das pessoas, principalmente no mundo ocidental, está familiarizada com o termo e tem uma compreensão intuitiva do que ele significa. Todavia, os pesquisadores compartilham a idéia de que QV significa coisas diferentes para diferentes pessoas e assume diferentes significados de acordo com a área de aplicação.”


A importância da Qualidade de Vida para as Pessoas e Empresas

Delimitado o conceito da QV, vamos à parte prática. Atualmente, muito se discute sobre a importância da Qualidade de Vida, seja ela no âmbito pessoal ou profissional, portanto, fui pesquisar a opinião de especialistas sobre o assunto, e vejam o que eles dizem:


Para Dejours (1994), o trabalhador não chega ao seu local de trabalho como  uma máquina nova. Ele possui uma história pessoal, que se caracteriza por  certa qualidade de aspirações de seus desejos, de suas motivações, de suas  necessidades psicológicas, que integram sua história passada. Isso confere a cada indivíduo características únicas e pessoais.

Para Chiavenato (1996), a Qualidade de Vida no trabalho representa o grau em que os membros da organização são capazes de satisfazer as suas necessidades pessoais através de suas experiências na organização. O mesmo autor ressalta ainda, que as organizações são inventadas pelo homem para se adaptarem às circunstâncias ambientais, a fim de alcançarem objetivos. Se  essa adaptação é conseguida e os objetivos são alcançados, então a  organização será considerada eficaz. A QVT afeta atitudes pessoais e  comportamentais importantes para a produtividade individual, tais como:  motivação para o trabalho, adaptabilidade a mudanças no ambiente de  trabalho, criatividade e vontade de inovar ou aceitar mudanças. Estas  situações dependem dos trabalhadores.

Xavier, no trabalho de Chiavenato (1998), relata que há profissionais que tem os conhecimentos, as habilidades e experiências requeridas pelo trabalho, mas por ignorância destes ou preguiça adotam processos inadequados.


Vemos nestes poucos exemplos, a preocupação que os autores têm em justificar a relação entre o âmbito pessoal e profissional. Ora, somos seres humanos, nascemos com sistema neurológico e possuímos um histórico individual que nos acompanha. Seria muito bom se todos nós vestíssemos uma personalidade para o trabalho e outra para a vida pessoal, completamente desvinculadas entre si. Mas, será que isto realmente não é possível?

Muitas empresas já adotaram as ferramentas para melhorar a qualidade de vida no trabalho do colaborador, e sim, sou 100% a favor disto. A aplicação de fatores como ergonomia (princípios, dados e métodos projetados a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho geral de um sistema), ambiente de trabalho saudável e programas de saúde mental, resulta em redução de custos com afastamentos, aumenta a autoestima e melhora a satisfação do funcionário em trabalhar na empresa. Ponto para os dois.

Porém, estas práticas não são mais consideradas como diferenciais. Estamos falando de pessoas, e a complexidade é grande. Quem sabe de minhas idéias sabe que eu sou a primeira a zelar pelo seu bem. Mas justiça seja feita, a empresa investe e faz a parte dela, e as pessoas, fazem a sua? E pergunto isto a todas, inclusive às que possuem posições de liderança.

Policie-se. Conscientize-se de que todos têm problemas, e procure resolver os seus cada um em seu lugar. Tire a roupa do trabalho e vá para casa. E vice-versa. Não é fácil, isto requer prática, faça a sua parte. Pense: aquele “monstro” de problema é na verdade TRAGÉDIA ou CHATEAÇÃO?

Não seja mais um a prejudicar o SEU próprio meio. A sua qualidade de vida, no trabalho ou em casa, depende muito de SUAS atitudes. Gentileza gera gentileza. Alguém discorda?


Teste sua gentileza: http://www.abqv.org.br/wkm_teste.php

Teste sua qualidade de vida: http://sitededicas.uol.com.br/teste_quavida.htm


Fontes:

http://revistas.pucsp.br/index.php/RFCMS/article/viewFile/175/119

http://www.pg.cefetpr.br/ppgep/dissertacoes/diss_2006/salles_rosa_ppgep.pdf


junho 2017
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