Posts Tagged 'Relacionamento Interpessoal'

Você sabe administrar a sua vida?

Hoje me veio uma pergunta na cabeça (novidade!)… quantas pessoas no mundo sabem administrar suas carreiras, suas finanças, mas são um fiasco quando se trata de administrar suas próprias vidas?

Sei que aqui não é lugar para desabafos e nem é este meu intuito. Mas vou dar o maior e melhor exemplo que tive na vida. Meu pai não soube administrar a sua vida, cresceu muito rápido como profissional e se preocupou exclusivamente em ganhar o suficiente para oferecer à minha família uma vida até que bem confortável. Porém, isto foi à custa de muito trabalho, muito estresse, e pouco contato com a vida. Era a típica pessoa que vivia para o trabalho e para o dinheiro. Lembro-me que sempre pedia a ele para que ele e minha mãe fossem viajar, ou que fizéssemos programas diferentes, não entendia como ele podia viver daquela maneira, e então ele me dizia: “Filha, daqui há pouco eu me aposento, e nós faremos tudo o que não fizemos até hoje.”. Interessante como eu sempre cantei a bola e insistia em que ele poderia não ter este tempo. E foi infelizmente o que aconteceu: gastrite nervosa, úlcera agressiva, câncer de estômago. Não preciso dizer mais nada não é? Se me permitem, pai, perdi meu chão sem você.

Aprendi a muito custo o que é não saber administrar a própria vida. Quer dizer, aprendi entre aspas, pois sem meu chão as coisas ficaram bem difíceis. Resolvi viver tudo o que ele não viveu, e como JK, quis transformar “50 anos em 5”, e obviamente não me dei bem no projeto. Ok, tudo serve como experiência e acredito que eu tenha amadurecido muito nestas aventuras insólitas em busca de mim mesma, enfim, minha história é só um exemplo do que quero dizer.

Com o tempo vamos aumentando nossa tolerância à dor, aos incômodos e aos obstáculos da vida. Quebramos a cara diversas e diversas vezes, perdemos, somos traídos por pessoas acima de qualquer suspeita, também falhamos, magoamos pessoas queridas, caímos e temos que buscar forças sabe lá onde para levantar e seguir em frente, mesmo ainda de joelhos. Não tem outro jeito, acontece com todos. E da mesma forma em que administramos nossa empresa, empregos, etc, precisamos administrar nossa vida, pois a sub-administração da mesma está proporcionalmente relacionada ao insucesso total.

Há pessoas que reagem de maneira equivocada aos “perrengues” e passam a ter o lado obscuro e difícil da vida como visão de mundo; não confiam mais nas pessoas, pensam em tudo pelo lado racional, adotam a frieza como arma de guerra e dificultam relacionamentos e proximidade interpessoal, tão necessários e intrínsecos à nossa existência como raça humana. Estas “vítimas da vida cruel” tornam-se escravas de suas próprias experiências e vestem uma armadura de proteção contra o mundo, espalhando sementes negativas, que incrivelmente se disseminam milhões de anos luz mais rapidamente que as positivas – e falo de pessoas próximas a nós, como colegas de trabalho por exemplo. Nada pior do que aquela pessoa que já te azeda a vida logo cedo, no melhor estilo trash-clássico: “Bom dia por que?”. Argh! Exorcize estas almas pelo bem da humanidade, da empresa e de sua saúde mental!

Exagerada eu? Acho que não. Simples, porque elas não sabem administrar as suas próprias vidas e ainda por cima estragam a SUA! Sabe aquele puxa-saco que você não suporta? Pois bem, coloque também os mau-humorados e azedos neste seu rol e keep distance. Corra como nunca correu antes, para bem longe, pois são capazes de contaminar o seu físico e seu emocional, sem muito esforço, e sem que você sequer perceba; corra mais ainda se você estiver feliz, isto é um fator crucial – todo cuidado é pouco. Se por acaso um deles for o seu chefe, o que é mais provável segundo Murphy, bem, das duas uma: ou você abstrai sozinho (pratica Yoga, utiliza mantras, e faz o seu trabalho sempre e exclusivamente em seu “Mundo de Bob”…) ou você se une aos seus colegas para tentar melhorar o ambiente, antes que o pior aconteça.

O RH não age sozinho, mas pode ser fundamental neste tipo de situação e pode ganhar credibilidade se trabalhar corretamente. Uma boa equipe é capaz facilmente de detectar zonas de risco e pessoas passíveis de causarem transtornos, e estudar a melhor forma de minimizar os conflitos. Canais de comunicação abertos são bem eficientes, como linhas disponíveis para que os colaboradores se mantenham anônimos e possam se sentir confortáveis em desabafar, como os famosos “Alô RH” e afins. (Ah, mas nada de tentar reconhecer a voz do reclamante, por favor!)

Mas mais importante que o RH, é você. Administre sua vida, como em um livro-caixa, acrescente tempo para a família e amigos, bom humor e pessoas de alto-astral; diminua o stress, a agressividade, o rancor e as pessoas negativas, que nada acrescentam de bom. Lembra-se do que eu falei sobre TRAGÉDIA ou CHATEAÇÃO? Aplique, aumente sua qualidade de vida, e seja bem mais feliz! (E isto não é sessão gratuita de auto-ajuda!)

Um abraço e muito sucesso a todos, em todos os sentidos!

😀

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Gestão de Pessoas – dentro e fora das Organizações?

Segundo o nosso querido “Aurélio”, a palavra Gestão está definida como “o ato de gerir, administrar“. E administrar, definido como “governar; reger; ordenar os fatores de produção e controlar sua eficiência e produtividade para obter-se determinados resultados“.

Definições impessoais à parte, vamos além para colocar vida nisto. O que dá sentido a estas definições formais é um detalhezinho básico chamado pessoas. Pessoas não são objetos passíveis de serem “ordenados” e “controlados”, e até aí isto não é novidade, aliás me perdoem pelo meu pobre clichê.

Mas, até que se pararmos para pensar bem, sim, existem pessoas exatamente assim! Pessoas condicionadas (é, iguais aos ratinhos do Skinner) a não darem um passo sem que alguém as mande fazê-lo – talvez até por fatores sociais ou econômicos – ou preguiça mesmo. Que precisam de alguém que as oriente em que pensar, em que acreditar e o que praticar. E sabem o que é pior? Tem muita, mas muita gente que aproveita este tipo de pessoa, perfeitos fantoches, sem o que tirar nem acrescentar: e as empresas unem o útil ao agradável.

Não tem nem como ignorar a existência deste fato, até porque os “mandantes” e os “paus-mandados” estão aterrorizantemente por toda a parte! Hoje, por um segundo tive um insight sobre este pessoal.

Nem precisamos ir longe: o que são aqueles projetos de seres pensantes do telemarketing ou do SAC das nossas lindas, queridas e conceituadas empresas de telefonia, cuja assistência é nula quando você mais precisa, porém, que estão sempre (irritantemente sempre) ali, com aquela voz aveludada, a pedir um pouco mais de sua paciência, mesmo quando ofendidas? E nos hotéis, quando cansado, você chega e dá de cara com aqueles pseudo-recepcionistas robóticos horripilantes? Desculpem-me, mas nada mais sugestivo ao “você não é pago para pensar”. Argh!

Isto é perturbador, mas politicamente correto? Às favas o politicamente correto! Isto é sub-humano, e nada mais é do que uma autocracia mascarada de emprego. Quem foi que disse que nós, clientes, gostamos de ser atendidos por robozinhos acéfalos e desprovidos de emoção e amor-próprio? Quem deixou isto acontecer? Estamos nós no Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley e eu não fui informada? Seres adaptados a serem pouco pensantes pertencentes à casta dos prestadores de serviços. Fala sério. Quanto desperdício de talento humano. Isto realmente é necessário? Por favor, estou aberta às respostas!

Sim, já sei o que vocês estão pensando e respondo:

1. Eu não estou dizendo que sou mais inteligente que eles;

2. Eles se sujeitam a isto pois precisam do emprego e não têm culpa do  método de trabalho ridículo a que são expostos;

3. Alguém tem que fazer isto;

4. A satisfação do cliente em primeiro lugar (relativo!)

5. Muito importante: as pessoas precisam ser tratadas com formalidade, e isto faz parte do negócio.

Ok. Mas, formalidade até que ponto? A culpa é nossa, creio que nós  mesmos deixamos isto passar dos limites. Nós gostamos de nos sentir importantes, e a extrema formalidade foi inventada para nos enganar, para fazer com que nosso ego receba este tratamento de “lordes ingleses” com prazer (pena que fazem o mesmo a todos, já pararam para pensar?) e assim eles possam ganhar tempo e talvez nos desfocar do problema. Porém, esta eficaz tática do “embromation” nos acostumou a conviver com aquela aberração de “pessoa” robotizada e alienada, que a muito custo tenta manter um diálogo de “sim senhor”, “não senhor”, “vou transferir a linha para o meu superior senhor”, “nao temos vagas senhor”. E nós, com toda a pressa do mundo em resolver nosso problema, nem sequer nos lembramos de que elas ainda são pessoas e menos ainda de perguntarmos “desculpe, qual é mesmo seu nome?”.

Aí depois ficamos (hipocritamente?) quebrando a cabeça, falando em Gestão de Pessoas, relacionamento interpessoal,  pensando em estratégias de como desenvolver as lideranças, os talentos e a criatividade, alinhar as idéias das gerações, administrar conflitos, inserir valores como confiança dentro das organizações, plantar uma semente de afeto, união  e parceria entre lideranças e equipes, sendo que nós mesmos, ao mesmo tempo, barramos esta aproximação humana sendo coniventes com pessoas roboticamente treinadas. O que estamos querendo da vida, afinal? Quanta incoerência!

Gosto muito de uma frase que li há muito tempo, parece-me que de autoria do Luis Fernando Veríssimo: “Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com um garçom, não pode ser uma boa pessoa.”.

São detalhes que fazem toda a diferença, as palavras voam! Por isto eu digo, há muito o que mudar, mãos à obra. Quem vai comigo?

Boa sexta-feira a todos!

😉

As geniosas e talentosas Gerações X e Y

Eu nem ia escrever sobre este assunto, uma vez que já está sendo bem “batido”, mas semana passada eu vi vários artigos aleatoriamente sobre comparativos entre baby boomers, geração X, Y, e esta coisa toda. Bem, pode ser que de tanto ver, eu tenha ficado condicionada e começei a pensar com meus botões sobre a relação destas gerações entre si e com as mudanças constantes e tendências de gestão tão volúveis e “experimentáveis”.

Resumidamente, a ordem cronológica segue a seguinte linha (as datas variam um pouco de acordo com o autor):

1. Baby boomer: nascidos entre 1946 e 1964, no período pós guerra nos EUA, Inglaterra e Rússia – responsáveis pela consolidação do valor dos bens de consumo como carros, casas, televisão, etc. Este grupo inclui a maior parte dos executivos de topo, líderes e políticos, bem como a camada superior da administração na maioria das organizações;

2. Geração X: nascidos entre 1964 e 1975, conhecidos como os precursores do empreendedorismo, pessoas voltadas às ações, e criadores da internet e da visão `fora da caixa´;

3. Geração Y: nascidos entre 1976 e 1994, aqueles que cresceram já com tecnologia, mas que devido ao cenário mundial e nenhuma segurança com o próprio futuro, muitas vezes ainda não fizeram diferença e dependem dos pais boomers para pagar as próprias contas…

Ok, essas definições realmente não se encaixam como uma luva ao Brasil! Sim, porque os “nossos” baby boomers não foram parar na Guerra do Vietnã, nem ficaram aos milhares assistindo chocados ao assassinato de Kennedy. Ao mesmo tempo em que isto acontecia, aqui os “nossos” baby boomers assistiam – com as poucas televisões dos poucos privilegiados brasileiros – os primeiros passos do desenvolvimento de nossa industrialização, a abertura de mercado, a criação da Petrobras, escândalos políticos e ainda que lutassem, muitos foram calados durante a ditadura militar.

Os boomers se caracterizaram por uma geração que se adaptou à busca e mrburnsconquista de um bom emprego ou – com mais sorte – a criação de sua própria empresa, aproveitando a crise mundial pós-guerra que promoveu o início das grandes exportações brasileiras. São profissionais com tendência à manutenção do mesmo emprego por longos anos (praticamente a vida toda), afim de obter estabilidade financeira até a aposentadoria ao final de sua trajetória profissional. Defensores ferrenhos do resultado a curto prazo (alguém disse downsizing aí?). E ainda são eles que geralmente encontramos – mandando e desmandando – no topo das empresas. Mas não são deles que quero falar.

Logo abaixo temos os gestores e a liderança da chamada Geração X, um pessoal atualmente na faixa entre 35 a 45 anos, que se graduou e entrou no mercado de trabalho quando a maioria dos cargos importantes já estava sendo ocupada pelos boomers, o que logicamente, causa ainda bastanteHomer_Computer frustração. São pessoas ativas, e assim sobrevivem no ambiente corporativo apesar de algumas se sentirem ameaçadas pela supremacia dos boomers e as inovações constantes e adaptabilidade dos Yers. Não são muito apegados ao emprego em si, aprenderam a agir por conta própria, pois têm sempre em mente deixar a empresa para empreender ou trabalhar em outras empresas, onde possam ocupar melhores cargos. É do tipo fiel à empresa, até que surja uma oportunidade melhor. O que não está errado, mas incomoda, e muito, os boomers, e me preocupa, vou dizer o porquê.

Como já disse, este pessoal é ativo e aprendeu a se esquivar dos obstáculos e a sobreviver dentro do mundo corporativo FAZENDO, e não só MANDANDO, o que me sugere uma carga extra de experiência prática. Não estou dizendo que os boomers só sabem mandar, milhares deles ralaram sim, e não tiro seus méritos,  mas agora vou “puxar a sardinha” um pouco para o lado dos Xers.

Olhem só isso: segundo um artigo que li no site hreonline.com, atualmente existem 78 milhões de Boomers e 92 mihões de Yers no mundo corporativo, e o artigo questiona como o RH pode preencher esta lacuna. Ué! Cadê os Xers? Por que não foram mencionados em momento algum neste artigo? Teoricamente eles deveriam estar na sucessão dos boomers, e em conseqüência, nós deveríamos aprender com eles!

Tudo bem que nós, Yers, fomos muito privilegiados com informações e tecnologia, e não podem nos condenar por isto. Somos hoje quem interage com o mundo atrás de informações que possam agregar valor e agilidade aos negócios. Sim somos ótimos, vitaminados, necessários e nada modestos. lisa-simpson-104Mas nós sabemos e assumimos: quem está a mais tempo ali vendo a realidade do chão de fábrica não somos nós. Nosso maior conhecimento é sobre teorias e avanços tecnológicos que por vezes nem sabemos como aplicar da melhor forma. E onde estão os Xers, com sua experiência prática, para nos orientar? Eu digo: estão acima de nós e abaixo dos boomers, mas não ao nosso lado. Seria individualismo ou algo pessoal? Incômodo em passar o conhecimento adiante? Falta de confiança? Competitividade? Parece-me que hoje são poucos os que querem cooperar, formar alianças conosco.

Agora, se uma das fortes tendências é a Gestão 2.0, tão já citada mundo afora, por que não unirmos a nossa habilidade como colaboradores e pesquisadores em massa, à experiência prática? O que perderíamos com isso? Com certeza nada. Vamos quebrar estas barreiras de idade e pensamentos, preconceitos, tantos receios e bloqueios em conhecer o novo (inclusive pessoas novas), em aceitar inovações. Todos sairão ganhando colaborando mutuamente. Vamos renovar e reciclar os talentos, juntos.  Os boomers aos poucos estarão saindo do mercado, e temos muito o que fazer e aprender (com eles!) antes de perdermos nosso precioso tempo com estas picuinhas de quem pode mais! Desculpe, caro leitor, mas tenho horror a estes paradigmas!

Nós incomodamos, eu sei, somos curiosos, geniosos, cheios de vontade e opinião, batalhamos de igual para igual por um futuro promissor, queremos usar o msn em horário de trabalho e ainda custamos menos. Mas faço aqui um apelo: Geração X, podem nos chamar de “filhinhos de papai” e de metidos a sabichões, mas humildemente vos digo, nós precisamos aprender com vocês, e vocês, conosco!

A palavra é: Rádio-Peão!

Primeiramente e mais importante de tudo: me desculpem pelo termo empregado. Particularmente, não gosto nem um pouco desta nomenclatura usada para definir a nossa boa fofoca do dia-a-dia no ambiente de trabalho, mas, já que estamos aqui e podemos falar abertamente sobre o assunto, que assim seja!

FOFOCA: Segundo o Aurélio, é “informação de caráter pessoal e privado sobre nomes conhecidos do público, veiculada, principalmente, em colunas sociais”. Em inglês, gossip.

Historicamente, a fofoca é tida como uma das perversidades mais antigas do mundo, provavelmente originada desde a formação da linguagem nos primórdios da humanidade.

cavernasApesar de ainda ser um mistério, há uma teoria convencional que defende o processo da criação da linguagem humana como lenta e gradual. É simples de se entender: os homens das cavernas, em sua luta por sobrevivência, organizavam-se em bandos em busca da caça. Porém, havia a necessidade de tornar a coordenação destas caças mais efetiva – ou seja, organizar o grupo em prol do bem comum – o alimento. Para tanto, o homem primitivo desenvolveu a expressão por meio de interjeições, onde indicava sentimentos quando desperto sobre a visão dos fatos ao seu redor, ou pela imitação dos ruídos dos seres ou animais com que se deparava (onomatopéia).

Surgiu então a capacidade de interação entre os indivíduos, fazendo-os atentar para os estímulos e as expressões pessoais uns dos outros, bem como para seus comportamentos. Não podemos nos esquecer de que o instinto de sobrevivência, desencadeia um sentimento chamado competitividade. A necessidade e conquista de informações acerca da vida de outros grupos e pessoas – suas fraquezas, medos, habilidades, etc., estabeleceu definitivamente a troca de informações e a vinculação social entre eles. Bingo! Enfim, eis que surgem as primeiras fofocas da humanidade!

Competitividade aliada à curiosidade e ao fascínio pelo comportamento alheio é bem convidativo a um comentário maldoso, e pode arruinar a reputação de uma pessoa. William Shakespeare (1564-1616) já satirizara a fofoca em Dois Cavaleiros de Verona, obra que conta sobre dois homens daquela cidade italiana que vão para a corte do duque de Milão e lá se apaixonam pela bela Sílvia, filha do duque. Como apenas Valentino é correspondido, Proteu arma uma intriga para vê-lo expulso da corte. Júlia, que tinha compromisso anterior com Proteu, se veste de homem e descobre a falta de caráter dele. Depois, ajuda Sílvia a reencontrar Valentino e todos foram felizes para sempre, creio eu. (Tem alguém chocado aí?)

O homem é um ser social e precisa de interação e comunicação, e os comentários sobre a vida alheia jamais deixarão de existir. Bem, nem sempre a fofoca é vista de forma prejudicial. Pesquisadores de Boston e de Chicago, nos Estados Unidos, afirmam que a fofoca em ambiente de trabalho pode promover a união entre os funcionários e auxiliar na produtividade do profissional. Enfim, logicamente ninguém vive só de trabalho e confidências saudáveis podem trazer uma prazerosa intimidade e cumplicidade à relação entre as pessoas.

fofocaPorém, o problema é que não acaba por aí. Sentimentos negativos como inveja, desmotivação e a insatisfação existem, e todos sabem que isto pode se tornar um problema, e sério. No âmbito corporativo, além de termos de lidar com fofocas envolvendo a vida pessoal do grupo, temos também de nos prevenir (ainda é o melhor remédio) contra as especulações sobre o próprio ambiente de trabalho, e neutralizar a “Rádio-Peão”.

Comentários e boatos sobre fatos abrangentes à empresa, implicam na própria segurança do pessoal. É imprescindível ter cuidado com a falta de percepção dos colaboradores quanto à veracidade das informações que chegam aos seus ouvidos. É provável, infelizmente, que o receptor não vá checá-las, e pior, as passem adiante mesmo assim, causando um estrago ainda maior.

Com uma comunicação interna bem eficiente – inclusive abordando claramente este assunto – é possível diminuir, e muito, a ocorrência de boatos, afinal, o que não é bem comunicado acaba sendo veiculado pela rádio-peão de forma inadequada. A elaboração de um bom programa de comunicação interna faz com que os colaboradores se sintam mais seguros e alinhados aos objetivos e resultados da empresa. Dentro de um ambiente confiável, o foco no trabalho será conquistado de forma natural. À liderança, cabe a tarefa de identificar os colaboradores-chave deste processo, de onde podem partir estes tipos de atitudes, e corrigí-las. E não adianta negar, geralmente os “fofoqueiros de plantão” são bem conhecidos.

Algumas atitudes podem ajudar a diminuir o risco de passarmos pelo constrangimento da fofoca corporativa, como por exemplo:

– Aja sempre de maneira correta e justa com todos, assim, se for alvo de fofoca, terá sempre algum aliado que poderá alertá-lo.
– Evite falar sobre seus problemas pessoais no trabalho, salvo com aquelas pessoas que você tem certeza de que efetivamente podem ajudar. E faça isto em voz baixa.
– Sempre que precisar confrontar ou corrigir alguém, faça-o em particular, nunca em público.
– Evite dar suas opiniões e versões publicamente.
– Cuidado com o estusiasmo: evite comentários sobre seus resultados positivos.
– Conheça. Julgar a pessoa pela primeira impressão nem pensar.
– Procure não falar sobre a vida pessoal de seus colegas de trabalho e jamais faça comentários maldosos, assim, você desecoraja esta prática entre seus colegas.
– Frases do tipo “não é nada pessoal, mas…”, “não tenho nada contra ele, mas…”, “sabe da última…” devem definitivamente estar fora de sua vida.

Você, caro leitor, gestor ou não, também tem responsabilidade sobre isto e pode contribuir. Abaixo segue um texto bem famoso (desconheço o autor), “As três Peneiras de Sócrates”, ótimo para reflexão. Aplicando isto à sua vida pessoal e profissional, fará a sua parte, e nada como manter a consciência tranqüila, não é?

“Um homem foi ao encontro de Sócrates levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse:

– Quero contar-te uma coisa a respeito de um amigo teu!

– Espera um momento – disse Sócrates – Antes de contar-me, quero saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras.

– Três peneiras? Que queres dizer?

– Vamos peneirar aquilo que quer me dizer. Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?

– Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.

– A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?

Envergonhado, o homem respondeu:

– Devo confessar que não.

– A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?

– Útil? Na verdade, não.

– Então, disse-lhe o sábio, se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então é melhor que o guardes apenas para ti.”

Um abraço!
🙂

Você conhece mais Líderes ou mais Ditadores?

Não imagino a reação de vocês ao lerem o título deste post, mas, faz sentido a minha pergunta?

Observo, leio e estudo bastante sobre o que se refere à liderança, todo aquele pacote pronto de informações de “Como ser o melhor líder”, “Como administrar conflitos”, “Qualquer um pode ser um líder de Sucesso”, etc, e me recordo das pessoas com quem já trabalhei. Passei por algumas “poucas e boas”, e hoje acho aquelas cenas “bizarras” por um lado até engraçadas.

Lembro-me que ao sair da faculdade de Hotelaria, fui trabalhar em um hotel familiar em minha cidade. Lá fui recepcionista por dois anos. O dono ainda é o mesmo senhor, que me acolheu como filha – com direito aos amores e às guerras de uma relação como esta. A chefe da Recepção (cruzes!) era uma megera no trabalho – e só me dei conta da pessoa maravilhosa que é quando saí de lá.

Enfim, eram (e são) duas pessoas fantásticas, mas que devido à cultura empresarial ou falta de tato, pecavam em Liderança. Aquele lugar mais parecia um campo minado: patrão contra empregado e empregado contra patrão! Completamente surreal para os dias de hoje, e ao mesmo tempo, ainda muito presente nos empreendimentos familiares brasileiros. Por que estou falando deles? Porque foi de lá que tirei todo o meu interesse sobre Gestão de Pessoas, em seu sentido literal.

E o que isso tem a ver com ditadura? Já diziam Platão e Aristóteles:

“[…]os tiranos são ditadores que ganham o controle social e político despótico pelo uso da força e da fraude. A intimidação, o terror e o desrespeito às liberdades civis estão entre os métodos usados para conquistar e manter o poder. A sucessão nesse estado de ilegalidade é sempre difícil.”

Maquiavel também chegou à mesma conclusão sobre as tiranias e seu colapso:

“[…]este (a tirania) é o regime que tem menor duração, e de todos, é o que tem o pior final.[…]”

Ora! O que tem a ver é o turn-over, a insatisfação, a desmotivação e as atitudes resultantes destas práticas de imposição do poder “no grito”. É natural que desejemos através do trabalho, uma condição de auto-realização e satisfação de nossas necessidades. Almejamos por um ambiente de trabalho que dignifique e dê sentido racional à nossa existência.

Quando nos deparamos com esta “ditadura”, onde nossos valores são ignorados e esmagados por outrém mais poderoso(s), inevitavelmente o egoísmo e a resistência intrínsecos ao ser humano vêm à tona. Isto se torna uma “bola de neve”, e é aí que patrões e empregados já não têm mais condições de serem parceiros, e se tornam “inimigos”. Inimigos convivendo em um único meio (hostil!), e onde geralmente vivem mais horas diárias do que em seus próprios lares. Realmente desta maneira fica difícil haver cooperação por parte da equipe. Já dizia Gandhi: “Olho por olho e o mundo acabará cego.”. Acredito que é bem por aí.

Conflitos existem em grupos desde sempre, viver em sociedade é complicado e requer sacrifícios, equilibrar as necessidades empresariais (lucro) com os valores e atitudes dos subordinados perante aos estímulos pessoais (egoísmo, inveja, “corpo-mole”, fofocas…) será para todo o sempre o nosso maior desafio enquanto gestores.

É na capacidade de lidar com nossos semelhantes, individualmente, e seus sentimentos que podemos evitar esta “guerra” não declarada no interior das organizações. Não é questão de bondade ou caridade, é questão de inserção – todos precisam se sentir inseridos no contexto, seja no trabalho, na família ou na sociedade. Quebrar o gelo e aceitar a diversidade faz bem!

Liderar é cultivar e se responsabilizar pelo relacionamento saudável entre líderes e liderados. Outro dia li um artigo que falava sobre o Manual do Chefe da U.E.B. (União dos Escoteiros do Brasil). Neste manual, o bom líder deve possuir e/ou desenvolver necessariamente as seguintes qualidades: honestidade, habilidade, simpatia, paciência e tato. O trabalho de conhecimento sobre as capacidades e habilidades de liderança dos Escoteiros se inicia com a definição de seus próprios valores pessoais, pois muitas vezes estas capacidades e habilidades parecem não existir ou se encontram pouco desenvolvidas e percebidas inicialmente. Ou seja, o líder também precisa se conhecer, descobrindo e potencializando sua liderança através de habilidades e competências desenvolvidas durante suas experiências de vida.

Liderar é ter respeito pelo indivíduo que faz parte de sua equipe. É trabalhar  e cobrar pelo melhor resultado, porém com sinergia. Dentro do todo, existem pessoas diferentes e suas respectivas habilidades, responsabilidades e funções. Ser líder é ser capaz de tornar a sua equipe homogênea.

Enfim, pensar que ainda existem “ditadores” em vez de “líderes” nas empresas, é questionar sobre como eles ainda conseguem sobreviver. Que sejam condenados e depostos de seus cargos, e logo!

🙂

Um abraço!

Naira

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ditadura

6 Formas de Jogar no Time do Chefe

Este post é dedicado ao meu grande amigo Mauro, não que ele precise desta dica em especial, mas porque ele pediu para que eu postasse dicas também para homens. E como eu não sou feminista, e sim uma mulher democrática, fui em busca de algo para atender ao seu pedido. Fique tranquilo que estarei atenta às necessidades masculinas também viu?

O texto é de Gil Schwartz, e foi publicado na revista Men´s Health de 25/06/2008.


Antes de discutir a relação com o chefe, saiba exatamente o que ele pensa sobre você e ganhe dez nesta avaliação.

Se você acha interessante e produtiva aquela conversa anual com seu chefe, quando vocês discutem o desempenho e as realizações dos últimos meses, você é um cara ingênuo. Essa reunião não é legal, embora as empresas preguem que sim. A verdadeé que ela é quase inútil, uma vez que seu chefe dá esse feedback diariamente, no café, no banheiro… O encontro oficial é como ser jogado na boca do leão. E você precisa saber como se comportar quando estiver lá. Primeiro, vou contar a história do meu amigo Pedro. Assim, você não comete os erros que ele cometeu. Pedro passou seis anos numa empresa e nunca recebeu um retorno sobre seu trabalho. Em fevereiro, ele chamou o chefe para uma conversa em vez de simplesmente pedir um aumento, como toda pessoa normal. De cara, Pedro levou um direto no queixo e um soco no estômago. O chefe apontou que ele atrasava os projetos e que trabalho em equipe não era seu forte. Daí em diante…

Com essa mala de decepções no colo, Pedro não conseguiu nem esboçar sua frustração por não ter recebido aumento nos últimos três anos ou por ter acumulado a função de três funcionários após o corte na folha de pagamento. O chefe rapidamente preencheu o silêncio da sala: “Como você sabe, a empresa não tem dado promoções de mais de 2,5% nos últimos tempos. Mas como no geral você está fazendo um bom trabalho e se esforçando, acho que consigo aprovar 3% para você.” Muitas coisas passaram pela cabeça do Pedro. “Três por cento?? Por que você não pega isso e enfia…”, ele quis gritar. Mas permaneceu em silêncio. Humilhado e puto, saiu da sala do chefe para enfrentar mais um dia de luta e viver com o mesmo cargo e o mesmo salário por mais um, dois ou cinco anos. E tudo isso por culpa dele! Não quero que isso aconteça com você. Então, por favor – eu imploro- siga meus conselhos.

tire-nota

Observe bem seu chefe. Até como ele cumprimenta você revela o que que pensa sobre seu trabalho.


Regra nº 1: Nunca peça feedback
Como eu disse, o melhor retorno do seu trabalho é aquele que você recebe todas as manhãs quando o chefe fala: “Vamos tomar um café?”. Isso diz tudo. Estou no mercado há 25 anos e nunca vi minha avaliação por escrito. Isso é para os caras perdedores. Mas você também não quer fugir do processo. Alguns chefes acham que não conseguem expressar seus sentimentos com clareza no dia-a-dia. Eles querem fortalecer essa musculatura em você. E você deve permitir que isso aconteça. Então, venha preparado para levar essa sova. Você vai sair arrasado, mas com certeza mais resistente.

Regra nº 2: Fale pouco
Avaliar o desempenho do funcionário lembra ao chefe que o cargo dele tem uma parte suja – ser crítico – e uma responsabilidade de ensinar, orientar e produzir mudanças onde for necessário. Não tente recorrer a cada idéia. Descobri que é bom responder coisas como: “Ah, entendo” e “Tá certo”, sempre que possível. Se quiser mesmo contestar, tente: “Estou ciente que você pensa assim há um tempo” ou “Agradeço por dizer isso, mas confesso que me pegou de surpresa”. Você é um ser racional. Ou pelo menos finja…

Regra n º 3: Ouça o que é dito
Acredite se quiser, talvez você precise fazer algumas mudanças com base no conteúdo dessa conversa. Se, por exemplo, você levar um chute no queixo por chegar atrasado, pode ser produtivo chegar cedo por um tempo. Funciona assim: os chefes não gostam de pensar que todo aquele falatório só serve para desopilar o próprio fígado – mesmo que seja essa sua única utilidade.

Regra nº 4: Preste atenção no que não é dito formalmente
Muitos chefes, a menos que estejam putos, têm dificuldade em fazer críticas na lata. Especialmente aqueles que gritam com freqüência. Estes se sentem muito mais à vontade para ter um ataque quando não há razão. Essa característica pode levar muitos deles a embalar coisas agradáveis num papel festivo. Mas há também o tipo que simplesmente não consegue cuspir um único elogio. Nesse caso, a formalidade do ambiente pode tornar a generosidade ainda mais difícil.

Regra nº 5: Concorde sempre
Independentemente do tipo de besteira que seu chefe falar, das colocações absurdas ou críticas inconvenientes que soltar, você precisa manter o temperamento em ordem. Você tem que passar a imagem de estar agradecido por tanta informação valiosa. Qualquer outra atitude faz você parecer imaturo e insubordinado. Essa área é particularmente difícil para pessoas competitivas como você. Sua vontade é gritar: “Não! Não sou esquentado, seu idiota!”‘. Mas é melhor balançar a cabeça e engolir o sapo. Se você achar realmente necessário discordar de alguma coisa, faça com educação e sem se jogar na defesa. Como se o chefe dissesse: “Como assim, Roberto? Você teve aumento no mês passado!” e você respondesse: “Na verdade foi em 1998”. Bem calmo. Sacou?

Regra nº 6: Dê o golpe certo
Guarde toda sua munição para um único ataque no fim da sessão. Esse é um momento crucial e a execução deve ser perfeita. Você precisa unir tom adequado, ousadia na medida e uma certa pose. O que você realmente quer? Provavelmente (1) uma relação mais bacana com o chefe, (2) saber se você tem alguma chance de crescer na empresa e (3) um aumento. Solte algo como: “Essa conversa foi realmente boa. Respeito sua opinião e farei de tudo para retribuir a confiança que você deposita em mim. Quero que saiba que sou ambicioso e estou disposto a assumir cada vez mais responsabilidades. Vou provar que mereço esse crescimento”. E, ao sair da sala com a cabeça erguida, vire e fale: “Ah, e posso ganhar aquele belo aumento?”. Lembre-se: ele não pode dizer sim se você não fizer a pergunta.”


Fonte: http://menshealth.abril.com.br/estilo/conteudo_284503.shtml

Vamos falar sobre FEEDBACK!

Olá pessoal!!

Hoje me inspirei para falar sobre Feedback… essa (super hiper mega blaster) importante ferramenta é o que torna possível sabermos como as outras pessoas nos vêem. É como um parâmetro necessário para avaliarmos nossa conduta, e assim, se algo estiver com problemas, podemos reavaliar e maximizar nosso desempenho, tanto profissional quanto pessoal.

Na verdade, o feedback é algo que nos acompanha desde que nos conhecemos por gente. Quando somos crianças, são nossos pais e professores que nos estipulam limites de comportamento. O tempo passa e na adolescência os amigos se tornam os avaliadores mais importantes, pois adquirimos a noção de sociedade e o desejo é o de sermos inseridos e aceitos nela. Quando entramos na faculdade, ficamos na maioria das vezes distante dos pais e dos velhos amigos, então os mestres voltam novamente com força total para nos orientar. Também encontramos novos amigos vivendo as mesmas novas experiências de insegurança e “liberdade”, e por estarem próximos, são neles que podemos nos ancorar quando a saudade dói e as dificuldades surgem. Nesta etapa, em minha opinião mais do que em qualquer outra, o conceito e a prática de respeito ao espaço alheio – leia-se relacionamento interpessoal – é determinante para a sobrevivência pacífica entre as partes. Saímos da faculdade pouco maduros e com muita vontade de ser alguém que faça a diferença por este mundão afora. E é aí sim, que o feedback é extremamente importante, pois temos que nos adaptar não aos nossos sonhos, e sim à vida real.

São feedbacks e mais feedbacks, positivos e negativos, alguns nos impulsionam e nos encorajam, outros nos derrubam, outros não fazem diferença porque o avaliador não faz diferença (rs)… e por aí vamos seguindo, sempre em busca de nosso melhor.

Particularmente, eu gosto quando recebo um feedback, tanto positivo quanto negativo, pois, se for negativo, posso me reavaliar e buscar respostas nos meus erros. Claro, isto depende muito de quem me dá o feedback, sou humilde o suficiente para assumir meus erros e mudar de atitude se isto for beneficiar ao todo, mas por outro lado, um simples julgamento não ajuda muito.

Vamos aos fatos:

1. É importante ir diretamente ao fato que gerou o feedback, por exemplo, será muito mais eficiente, ao tentar dizer ao seu colega / subordinado que em certa situação irritou a equipe, do que simplesmente dizer que ele é difícil e irritante;

2. Deve-se mostrar com argumentos sólidos o porquê de estarmos corrigindo-o, para que isto não transmita algum ar de superioridade ou implicância, e sim, deixar claro que isto é uma colaboração ao seu próprio desenvolvimento;

3. A correção de um erro deve ser tratada com quem errou, dar um feedback negativo com platéia ao lado nunca resolveu nada;

4. Todos temos problemas pessoais que por vezes mexem com nossos nervos. É importante salientar que o seu problema não lhe dá o direito de agir de forma ríspida com quem quer que seja. Respeito acima de tudo!

Enfim, alguns autores descrevem o ato de dar o feedback como uma arte. A competição acirrada pela sobrevivência no mercado de trabalho faz com que algumas pessoas se fechem às críticas e não as tolerem. Portanto, antes de tentarmos fazê-lo, é melhor refletirmos bastante, afim de usar esta ferramenta para o bem de todos, imparcialmente e sem causar maiores conflitos.

Devemos nos abrir ao feedback! Nada melhor do que corrigir uma falha que não enxergávamos e depois recebermos um feedback positivo! Quem não gosta?

Um abraço a todos!

🙂

P.S.: Parte deste post – sobre como o feedback faz parte de nossas vidas desde que nos conhecemos por gente – é uma referência sobre a minha história, e não é uma regra, ok?


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